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Avisos iniciais

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2013-12-21

Primeiro estudo com flash fora da câmera

Esse é o primeiro de (espero) muitos testes com o uso de flash fora da câmera que realizarei.

O intuito desses testes é realizar experimentos controlados para poder aplicar os conceitos de forma mais automática em situações reais (um ensaio, por exemplo).

Tentarei ser o mais claro possível para que o teste possa ser replicado.

2013-11-23

Reciprocidade – Diafragma, Obturador e ISO


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Esse texto foi revisado e publicado novamente no novo espaço:

Nesse texto, o último da série da técnica básica de fotografia, tratamos da lei da reciprocidade entre a abertura do diafragma, o tempo de exposição a sensibilidade a luz do meio de captura (filme ou sensor).
A lei da reciprocidade diz que o dois controles de exposição e a sensibilidade do meio de captura são inter-relacionados, isto é, uma mesma medição de luz pode ser conseguida com ajustes relacionados envolvendo esses três fatores.

2013-06-01

ISO – Sensibilidade a luz


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Nesse texto, trataremos de nível de sensibilidade a luz do meio de captura, seja sensor ou filme.

Nos filmes, o nível de sensibilidade é feito pelo tamanho dos grãos dos sais que irão reagir com a luz que está chegando ao filme, por isso dizemos que um filme de ISO alto tem maior granularidade, aparecendo mais o grão devido ao seu tamanho. No sensor a sensibilidade é regulada alterando eletricamente os fotorreceptores com uma ampliação do sinal liberado quando a luz o atinge, quando se aumenta essa carga no fotorreceptor, pode acontecer um ruído eletrônico provocado por indução. Com isso, já notamos que grão é ruído são de natureza distinta, mas que ocorrem com o aumento da sensibilidade.

2012-12-19

Obturador – Controlando a exposição (parte 2)

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Agora trataremos do outro componente para o controle da exposição, o obturador. Com ele, controla-se o tempo que o sensor (ou filme) ficará exposto à luz, para registrar a imagem.
Nas câmeras DSLR, o obturador é formado por uma cortina dupla (de um material leve e resistente), que se desloca abrindo e fechando a passagem de luz no sensor. Ao acionar o botão disparador, a cortina se abre e, logo após, com o tempo de exposição, começa a fechar uma segunda cortina (quando se estuda sobre flash, é comum ler sobre primeira e segunda cortina). Esse tipo de obturador é chamado, obturador de plano focal. Câmeras antigas podiam ter um obturador em forma de íris, como o diafragma, mas esse tipo de obturador forma vinheta nas bordas da imagem, por deixar a borda com menor tempo de exposição.

2012-10-08

Diafragma – Controlando a exposição (parte 1)


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O controle da exposição (tratamos um pouco disso no primeiro texto da série, no link), é feito por dois dispositivos na câmera, o diafragma e o obturador. Nesse texto trataremos do diafragma para depois tratarmos do controle do tempo de exposição no obturador.
O diafragma é composto por uma série de lâminas que, por meio de um controle, regula o que seria o tamanho do “furo” por onde a luz passa, mais a frente quando tratarmos da reciprocidade – no final da série de textos – teremos uma analogia onde o diafragma faz o controle da vazão. Note que, algumas câmeras compactas não possuem diafragma, realizando um controle análogo com um filtro de densidade neutra (escurecendo como fazemos com o uso de óculos de sol).

2012-05-03

Medição de luz


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Sempre digo que a melhor forma de se começar fazer fotos melhores (ou menos piores) é conhecer bem como seu equipamento funciona. Uma boa leitura do manual da câmera, não a simples leitura, mas a leitura acompanhada de testes de tudo o que está lá, mesmo não entendendo bem o que se está fazendo, ajuda muito nisso. Nem todo manual cobre alguns assuntos básicos, com esse texto começamos a explorar alguns desses tópicos.
Fotografar é capturar a luz. Sem luz não existe fotografia. Por isso é preciso entender de luz para se poder fazer boas fotografias. Além de entender de luz, é preciso entender como se pode medir a luz para se poder configurar a câmera de forma a se obter o resultado desejado. A principio não existe certo ou errado numa foto mais clara ou mais escura, vai pelo desejo do fotógrafo – o que ele deseja expressar.

2012-04-09

Fotografia em P&B – configurando direto na câmera

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Não tenho muito gosto para ficar horas na frente do computador editando fotografias e, se for para fazer uma configuração básica (script do editor) para fazer o processo automatizado, prefiro fazer as configurações na própria câmera e já ter a saída do jeito que gosto.

Configurar a câmera para fazer as fotos P&B tem vantagens e desvantagens. Na lista das desvantagens, a que mais me preocupa é não ter uma versão colorida da imagem para poder ver e aproveitar. Mas, se a câmera tiver opção de fotografar em RAW e JPEG simultaneamente (ou ser como algumas compactas, que, quando seleciona imagem P&B, fazem as duas versões JPEG) isso deixa de ser problema.

2012-01-12

Como usar a câmera para fotografar corridas?


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Como usar a câmera para fotografar corridas?

Esta foi uma pergunta no Yahoo!Respostas que achei interessante copiar aqui.

Para quem quiser consultar, caso a mesma não tenha sido removida, a pergunta e minha resposta estão aqui.

A pergunta era sobre como fotografar uma corrida, o autor da pergunta possui uma DSLR e estava pensando em usar o modo automático.

Eu tentei dissuadi-lo da opção de usar o modo automático. Pois, fazer uma boa foto nesse tipo de situação deixando a câmera no automático passa a ser uma questão de sorte, devido ao modo automático não ser feito (programado) pensando nesse tipo de situação.

Além disso, usar o modo manual, sob condições relativamente estáveis é muito simples e renderá resultados muito melhores com um pouco de prática.

Esse texto tem como pré-requisito, conhecimento básico de técnica de fotografia, no final deixo uma lista de links para se poder estudar esse básico.

O leitor não precisa possuir uma DSLR para se beneficiar das dicas aqui apresentadas. Qualquer câmera com controle real da exposição (diafragma e tempo de exposição), seja uma compacta avançada, uma boa superzoom ou uma de sistema híbrido sem espelho, servirá. Pode-se ter apenas um pouco de dificuldade relacionada a acompanhar movimentos rápidos numa tela de LCD em vez de numa ocular ótica.

Vamos ao que interessa.

2011-06-05

Fotografar paisagens - Distância Hiperfocal

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 Foto: Flávio RB (reprodução, não comercial, permitida desde que citada a fonte e o autor)

Faz algum tempo que eu penso em escrever algo sobre fotografar paisagens e sobre distância hiperfocal.

Hoje, lendo uma revista percebi que não preciso escrever sobre esse assunto, basta indicar um texto já escrito e que está em acordo com o que venho aplicando.

O texto saiu na Edição 06 da Digital Photographer Brasil, na página 66 - Tutorial Distância hiperfocal. Tem várias dicas e vale muito a pena ler.

2010-08-08

Técnica de fotografia (V) – dicas, truques e exemplos


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Finalmente terminei o quinto e último artigo da série de técnica de fotografia. Demorei muito para fazer as fotos de exemplo, hoje como só faltavam os exemplos de ISO e balanço de branco resolvi fazer todas as fotos.

Outros artigos da série:

I Medindo a luz
II Balanço de branco (ou ajuste de branco)
III Controlando a quantidade de luz (abertura versus tempo)
IV Ajustando a sensibilidade à luz (ISO)


2010-06-15

Técnica de fotografia (IV) – ajustando a sensibilidade à luz


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Outros artigos da série:

I Medindo a luz
II Balanço de branco (ou ajuste de branco)
III Controlando a quantidade de luz (abertura versus tempo)
V Dicas, truques e exemplos relacionados aos temas da série

Este artigo é exclusivo para câmeras digitais, pois nas câmeras analógicas, não se ajusta a sensibilidade a luz, nelas isso é uma característica dos filmes fotográficos.

Para não fazer com que os fotógrafos acostumados com filme tivessem que aprender como fazer esse ajuste nas câmeras digitais, o sistema de ajuste de sensibilidade a luz, é  “calibrado” com a mesma graduação dos filmes disponíveis no mercado, por isso é bom entender um pouco de filmes.

Os filmes mais comuns no mercado tem sensibilidade ISO 100, 200, 400 e 800. Cada uma dessa, sensibilidade a luz, é o dobro da anterior (da mesma forma que abrir um ponto do diafragma ou aumentar o tempo de exposição um ponto, no artigo anterior). Para usos mais específicos temos ainda o ISO 50 e 1600. Não é mais encontrado (tirando filme de microfilmagem de documentos ISO 25). Quanto mais baixo o ISO, menor é o grão de material fotossensível espalhado na sua superfície, assim, melhor é a definição do filme. Quando maior a sensibilidade, maior o grão e pior a definição da imagem. Por isso que, filmes para microfilmagem de documentos são de ISO 25.


2010-06-14

Técnica de fotografia (III) – controlando a quantidade de luz (abertura versus tempo)


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Esse texto foi revisado e publicado novamente no novo espaço, em duas partes:

Outros artigos da série:

I Medindo a luz
II Balanço de branco (ou ajuste de branco)
IV Ajustando a sensibilidade à luz (ISO)
V Dicas, truques e exemplos relacionados aos temas da série

Demorou, mas saiu.

Uma fotografia se faz com a captura da luz refletida pelos objetos da cena num meio sensível a luz. Para que um fotógrafo possa interferir em como essa luz será capturada, ele tem a disposição, dois ajustes básicos: a abertura do diafragma e o tempo de exposição. Com esses dois ajustes, o fotógrafo faz a fotografia. Esse é o mínimo de conhecimento que um “tirador de fotos” precisa ter para poder se considerar um fotógrafo.

As câmeras antigas, normalmente só permitiam o ajuste desses dois controles em unidades que se chamavam pontos. Então quando algum fotógrafo dizia para diminuir um ponto, podia-se diminuir a abertura ou diminuir o tempo que o resultado de luz seria o mesmo. Hoje, as câmeras permitem que se faça esse ajuste na terça parte de um ponto, mas o conceito continua o mesmo. Os ajustes de abertura de diafragma e do tempo de exposição são complementares, isto é, se um deles é aumentado um um ponto, para manter a mesma entrada de luz, o outro deve ser diminuído um ponto.

2010-04-30

Técnica de fotografia (II) – balanço de branco (ou ajuste de branco)


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Finalmente terminei o segundo artigo da série sobre técnica de fotografia.

Outros artigos da série:

I Medindo a luz
III Controlando a quantidade de luz (abertura versus tempo)
IV Ajustando a sensibilidade à luz (ISO)
V Dicas, truques e exemplos relacionados aos temas da série

Vamos ao que interessa.

Nossos olhos são um equipamento que se adapta relativamente bem as condições de iluminação. Tirando casos de penumbra (baixa quantidade de luz) ou iluminação com luz monocromática (lâmpadas coloridas), eles se adaptam e conseguimos ver as cores refletidas pelos objetos com bastante precisão.

Diferentemente dos nossos olhos, tanto os filmes fotográficos quanto os sensores das câmeras digitais não tem a versatilidade de captar corretamente as cores. Os filmes são fabricados para um tipo de luz (existem filmes para se usar em luz do dia, outros para iluminação incandescente, etc). Ao se usar um tipo de filme – produzido para um tipo de luz – sob outra fonte de luz os fotógrafos usavam filtros para compensar essa diferença na iluminação e conseguir que as cores estivessem de acordo com a realidade.

2010-04-12

Técnica de fotografia (I) – medindo a luz


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Esse texto foi revisado e publicado novamente no novo espaço:

Este é o primeiro artigo de uma série de cinco, que pretendo publicar em sequência. Os outros artigos seguem os títulos e ordem abaixo:

II Balanço de branco (ou ajuste de branco)
III Controlando a quantidade de luz (abertura versus tempo)
IV Ajustando a sensibilidade à luz (ISO)
V Dicas, truques e exemplos relacionados aos temas da série

Primeiramente, vale ressaltar que fotografia (*) é o registro da luz refletida pelos objetos e que chega até o filme (ou sensor no caso das câmeras digitais). Sendo esta o registro da luz, nada melhor que saber como medir a luz ou como a câmera mede a luz para se conseguir fazer fotografias melhores.